Comentários sobre “Como é dar aula no ensino superior e a corrupção na universidade”

Fiquei tão satisfeito com a repercussão do texto “Como é dar aula no ensino superior e a corrupção na universidade” que decidi escrever um post com comentários gerais a respeito dele. Peço desculpas àqueles que esperaram do texto uma argumentação profunda. Um dos compromissos que procuro manter é o de escrever textos curtos. Do contrário, ninguém lê. Continuar lendo

Como é dar aula no ensino superior e a corrupção na universidade

Pensei em escrever um texto crítico e formal a respeito da educação e da sociedade. Mas dizer que a educação é a salvação já ficou meio fora de moda. Portanto, acho melhor apenas contar pra vocês como é dar aula. Lembrando que este texto não é uma crítica à profissão. É apenas uma exposição das frustrações diárias e um apelo a uma mudança urgente de postura, não só dos alunos, mas da sociedade como um todo. Continuar lendo

Quatrocentas mil palavras

A língua portuguesa tem aproximadamente 400 mil palavras. Algumas estimativas apontam 600 mil. Isso sem contar as gírias e neologismos ainda não incorporados oficialmente. Mesmo assim, com quase, ou mais de, meio milhão de palavras nós ainda as escolhemos muito mal. Há malícia, inveja, raiva, rancor e maldade em nossas frases, enquanto faltam gentileza, sensibilidade, empatia e educação. Continuar lendo

Feliz aniversário!

Vinte e dois de dezembro. Essa é a data do meu aniversário. O que isso significa? Nada, além do fato que num dia vinte e dois de dezembro, entre todas as coisas que aconteceram no mundo uma delas foi o meu nascimento. Provavelmente, nesse mesmo dia pessoas morreram, pessoas nasceram, acidentes de trânsitos ocorreram, um casal discutiu a relação, outro iniciou uma relação. Resumindo, não há razão alguma para considerar o dia vinte e dois de dezembro um dia especial. Continuar lendo

um pouco mais de #superficialidade, por favor

Criticar a superficialidade das pessoas é quase o novo francês. Sempre é assunto de mesa de bar, visita constantemente as reclamações das mulheres e, quem poderia imaginar, as reclamações masculinas também. É moda terminar ou iniciar uma argumentação com a expressão: hoje em dia as pessoas são muito superficiais! E aí você se revolta, bate o copo na mesa e vai falar de outra coisa. Continuar lendo

A morte é a melhor invenção da vida

As vezes me pego pensando sobre a morte. Pra alguns pode parecer dramático ou até depressivo, mas a morte está presente em nossas vidas e em nosso cotidiano. Minha família e eu, como muitas outras, já encaramos a morte, várias vezes por sinal. Perdemos os mais velhos e até um jovem (meu pai) e alguns que quiseram ir mais cedo, mas por um acaso ou intervenções não nos deixaram. Continuar lendo