Ele

Ele é pra ontem.
É urgente.
É viver a poesia da pressa, do desespero, da ansiedade que prende o peito e ofende o estômago.
Ele é assim. Sem luta contra a vontade que bate, sem resistência, sem paciência.
É criança grande. É instinto. É raiva. É exigência.

É carência.

– Rodrigo Ribeiro

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